quinta-feira, 23 de abril de 2009

Voltei!!! Lembrei que hoje é dia de São Jorge, o santo guerreiro na Igreja Católica e Ogum no Candomblé.
Sempre simpatizei muito com S. Jorge e tendo um Jorge na minha vida, gostei mais ainda dele.

SALVE JORGE!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Depois que a Kelly me incentivou tanto hoje, ameaçando não ler mais meu blog estou aqui!!
Oi Kellyyy!!!!!
Na verdade continuo sem muito assunto, por isso hoje é só pra dizer Oi
Tchau

domingo, 11 de janeiro de 2009

Aniversário


Hoje é meu aniversário!!!
São 23h35 minutos. Daqui a dez minutos completarei 48 anos.
Acho que sempre fui meio preguiçosa, pois minha mãe foi para o hospital na segunda-feira e eu só nasci na quarta-feira perto da meia noite, sendo que tive que ser arrancada a forceps porque não queria sair daquele lugar quentinho e gostoso. Mas a vida é assim mesmo, não deu mais pra enrolar e tive que cair na vida.
Hoje como há alguns anos, a primeira ligação que recebi foi da minha mãe. Ela lá de longe, com a voz embargada, me abençoando e desejando sempre a minha felicidade. Há mais ou menos 16 anos ela me acorda para os parabéns, e hoje como é domingo, ela resolveu ligar mais tarde, acordei e fiquei esperando, esperando...até que o telefone tocou. FELICIDADE!!!! Meu dia começou!
E foi um dia muito legal, tranquilo, com a companhia de amigos, do Jorginho e de todos os amigos e parentes que ligaram ou mandaram e-mails. Agradeço a todos de coração. Todos vcs, sem saberem tem muita importância na minha vida e de uma forma ou de outra fazem de mim o que sou hoje.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Tolerância

Gostaram da mudança no cabeçalho do blog?
É a foto de um cartaz do artista Pierre Mendell, cuja exposição visitei há um ano atrás. Neste cartaz está a palavra Tolerância, formada por vários caracteres de idiomas diferentes.
Achei interessante usar esse cartaz para ilustrar meu blog, pq. talvez seja isso que esteja faltando ao mundo e quando digo mundo não é só o geográfico, é também e talvez principalmente o pessoal.
Tolerância vem do latim "tolerare" e significa sustentar, suportar.
Quantos de nós, e me incluo, tem suportado aquela indelicadeza do vizinho, a falta de paciência do companheiro ou companheira, aquela fechada no transito; sem um xingamento, um pensamento de vingança ou uma cara amuada?
Talvez essa falta de tolerância com o outro e com nós mesmos, é que esteja por trás de tantas guerras e tanta violência.
Onde está a tolerância com nós mesmos, por aqueles pequenos erros que cometemos e sobre os quais ficamos nos culpando durante muito tempo.
Estou pensando isso, talvez pq. esteja perto do meu aniversário. Vou fazer 48 anos. E a cada dia me convenço mais que a idade só tem me trazido boas coisas.
Uma delas é justamente o pensar sobre vários assuntos.
A experiência ensina que se não abrirmos nossos olhos, ouvidos e coração as coisas novas que vão surgindo, ficamos cada vez mais intolerantes, pq o medo do novo passa a dominar nossa vida e não aceitamos o que nos parece diferente, que vai exigir que se pense a respeito, que se mude o jeito de agir.
Tudo bem, já não curto a balada ou rave, até acho meio chato, mas isso não quer dizer que minha opinião tenha que prevalecer e que eu pentelhe meus sobrinhos que vão para a balada.
Mas ao mesmo tempo, eles me trazem novidades dessa balada, músicas novas, comportamentos diferentes, com os quais eu aprendo.
Ser mais velho não é sinônimo de poder, mas de uma visão diferente do mundo através do que já foi vivido e da perspectiva do que virá adiante.
Sei que tenho um tempo limitado para realizar meus sonhos e isso é interessante, pois continuo sonhando, só que agora com mais objetividade. Se quero fazer algo novo, não fico adiando, pensando se farei ou não, se é interessante ou não, vou e faço. Assim acabo construindo e realizando mais coisas do que quando mais jovem.
Aproveito muito mais o aqui e agora.
O que passou, foi bom, mas passou.
O que vem por aí? Quando chegar eu descubro...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Férias Animais


Bom Ano Novo para todos!!!!
Já fizeram aquelas promessas de ano novo que não conseguem sobreviver até o fim do ano??
Eu já fiz as minhas. Dessa vez nada de miraculoso, como ficar rica até o meio do ano, mesmo não jogando na loteria e não tendo parente rico as portas da morte.
Estou mais realista, nem foram promessas, foram compromissos assumidos, não com o novo ano, mas comigo mesma, e olha que sou bem exigente.
Mas tudo isso é pra contar que a Capitu estava em férias no interior, na casa da mãe do Jorginho. Ela foi passar o Natal e Final de ano com seus priminhos:
Dudu, um senhor de aprox. 10 anos;






Filó, irmã do Dudu, igualmente idosa;









Lancelot, fox paulistinha, garanhão da casa com 01 anos e













Amelie, uma linda vira-lata negra considerada o negativo da Capitu com aprox. 09 meses.






Além da Samantha, uma linda gata de olhos azuis.










Foi muito divertido ver essa turma toda se conhecendo, brincando e brigando o tempo todo.










Claro que o Dudu, por ser o patriarca não queria conversa com ninguém e soube marcar muito bem o seu território. Os outros evitavam passar muito perto de onde ele estava, principalmente se tivesse comida por perto, senão a bronca era geral, ele rosnava e mostrava que ainda tem força.
Fiquei com pena do Lancelot, de nome tão galante e o único com pedigree, mas baixinho que só ele e o único não castrado da turma toda.
Ele tentou em vão durante muitos dias conquistar o coração da prima da cidade e também da Amelie, mas o máximo que conseguia era levar umas mordidas na orelha.
Quanto a relação de amizade entre a Capitu e a Samantha, se resumiu a alguns arranhões que a Samantha deu no focinho da Capitu, que ia sempre lá mexer com ela que estava quietinha no seu soninho na cadeira ou sobre o balcão.
Por sorte e graça de S. Francisco, nenhum deles caiu na piscina, mesmo quando vinham correndo e desviavam dela a milímetros da borda.
Na hora de vir embora, colocamos a Capitu no carro e pularam lá dentro a Amelie e o Lancelot, tiramos os dois e a Amelie ficou chorando do lado de fora.
Durante dois dias a Capitu ficou jururu, tristinha, quietinha aqui em casa.







Mas agora já voltou ao normal, mastigando tudo que vê pela frente.
Mas as vezes ela olha pra gente com aquela carinha, parecendo dizer: "e aí, quando a gente volta pra casa dos primos?"

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Exames

Estou na minha fase anual de ir aos médicos e fazer os exames clínicos de praxe, para ver se passo de ano no quesito saúde.
Como todo ano vou a sessão de tortura dos exames ginecológicos. Até hoje não entendo como, com a evolução da medicina e da tecnologia, o Papa Nicolau, beira a tortura medieval. Acho que sou capaz de confessar um crime que não cometi, durante o exame. O irônico é ouvir durante todo o tempo, que afinal não é tanto tempo assim, "relaxa, solta o bum-bum, já está terminando" e outras palavras de consolo.
Fazer exame de sangue é mais divertido. Assisto sempre a luta entre os simpáticos funcionários do laboratório e minha veia que é muito tímida e se recusa a aparecer a qualquer hora. Como já conheço minha anatomia, logo que chego a salinha, aviso que é meio difícil, e que na mão é bem mais fácil encontrar uma veia que colabore. Parece que esta frase mexe com os brios dos atendentes que começam a caça. Primeiro no braço esquerdo: aperta, apalpa, esfrega e nada. "A sra pode abrir e fechar a mão enquanto procuramos", e lá vou eu nesse exercício inutil. Depois de um tempo, vejo o olhar entre apreensivo e frustado do pobre atendente, é quando ele diz: "vamos tentar no braço direito", e começamos tudo de novo. A essa altura de tanto abrir e fechar, a veia da mão já está pulando, mas ele não se dá por vencido e continua a procura.
Por fim, já vencido, quase suando e com a sensação de completo fracasso, ele capitula, injeta a agulha na mão e o sangue jorra...
Hoje tive uma experiência diferente, fiz uma ressonância magnética por conta de uma dor na coluna. Nunca tinha feito esse exame e a princípio achei que seria bem legal. A ressonância é aquele exame onde deita-se num tipo de cama que entra em um grande tubo. Grande no comprimento, pq na largura é bem justinho. Me deram um protetor auricular, pq faz barulho lá dentro. Deitei na cama com a cabeça entre dois aparadores e com um aparelho na mão, caso fosse preciso falar com o pessoal. O exame leva em média 18 minutos, nos quais não é possível nenhum movimento, pq senão a foto sai tremida e tem que começar tudo de novo.
Agradeço aos céus, minhas aulas de yoga, pois graças a elas pude ficar os 18 minutos imóvel, mesmo que no início, tivesse a sensação total de claustrofobia e quase chegando a uma crise de pânico. Foram minutos com aquele barulho esquisito que as vezes parecia introdução de música e eu recitando meu mantra, e recitando, e recitando e de repente percebi que estava no nirvana, estava tranquila, calma, e até o som esquisito já parecia música mesmo. E quando dei por mim o exame havia terminado, fui tirada do tubão e só pude perguntar para a atendente "mas já acabou?" E vim linda e loira para casa.
Agora é só esperar o resultado na segunda. Já sei que passei nas matérias Colesterol, Triglicérides, fiquei de recuperação em Glicemia. Só falta o resultado da tortura e esse de hoje para saber se passei de ano de verdade.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Primavera




Adoro a primavera!
Amo o cheiro que vem no ar, ver as plantas renascendo do nada e começando a florir, fico feliz cada vez que saio a rua e vejo o Sol a cada dia mais forte e mais claro.
É emocionante ver aparecer um brotinho tímido naquele tronco que parecia morto, um brotinho pequeno, frágil que com o passar dos dias vai ficando mais forte e bonito.
Não há nada mais bonito que o botão ir se abrindo e se transformando numa flor colorida, fresca, parece até sorrir e ser feliz.
Francamente não consigo entender uma casa sem flor. Há pessoas que parecem querer viver em lugares áridos e desertos, pois suas casas não tem uma florzinha, uma folhinha verde em nenhum canto. Há também aquelas que tem plantas como decoração, como se fossem uma caixinha, um peso de papel colocado em lugar estratégico na sala ou no hall de entrada e ali fica e fica e fica... até que ninguém a veja mais ou perceba sua presença.
Não chego a falar com minhas plantinhas, mas tenho sempre um olhar de carinho, de felicidade para elas. Falo com orgulho daquela que está florindo depois de um tempo de hibernação, assim como fico preocupada quando vejo que uma delas está meio tristinha, não se desenvolvendo, ficando sem folhas, imediatamente trato de mudá-la de lugar, tentando encontrar onde ela possa se sentir melhor. Claro que isso nem sempre dá certo e como um médico, já perdi muitas plantas e vasos que não foram pra frente, mesmo trocando de lugar várias vezes. Nessas ocasiões coloco as falecidas num saco de lixo, sempre com uma ponta de tristeza no coração.
Esse ano em especial, fui contemplada com muitas flores, principalmente de orquídeas, as quais achei que nunca conseguiria cultivar, por sempre ter ouvido falar que são muito delicadas e difíceis. Talvez elas tenham gostado do cantinho e do vaso que ajeitei para elas com tanto carinho.